A EXCEÇÃO e a regra - Bertolt Brecht

Estranhável, conquanto não pareça estranho;
Difícil de explicar, embora tão comum;
Difícil de entender, embora seja a regra.
Até o mínimo gesto, simples na aparência
Olhem desconfiados e perguntem
Se é necessário, a começar do mais comum.
E, por favor, não achem natural
O que acontece e torna a acontecer:
Não se deve dizer que nada é natural
Numa época de confusão e sangue
desordem ordenada, arbítrio de propósito
humanidade desumanizada
para que imutável não se considere
nada!

QUADRILHA



João amava Teresa que amava Raimundo 
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili 
que não amava ninguém. 
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, 
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, 
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes 
que não tinha entrado na história.

Carlo Drummond de Andrade

Para os filhos de Oyá, viver é uma grande aventura. Enfrentar os riscos e desafios da vida são os prazeres dessas pessoas, tudo para elas é festa. Escolhem os seus caminhos mais por paixão do que por reflexão. Em vez de ficar em casa, vão à luta e conquistam o que desejam.
São pessoas atiradas, extrovertidas e directas, que jamais escondem os seus sentimentos, seja de felicidade, seja de tristeza. Entregam-se a súbitas paixões e de repente esquecem, partem para outra, e o antigo parceiro é como se nunca tivesse existido. Isso não é prova de promiscuidade, pelo contrário, são extremamente fiéis à pessoa que amam, mas só enquanto amam.
Estas pessoas tendem a ser autoritárias e possessivas; o seu génio muda repentinamente sem que ninguém esteja preparado para essas guinadas. Os relacionamentos longos só acontecem quando controlam os seus impulsos, aí, são capazes de viver para o resto da vida ao lado da mesma pessoa, que deve permitir que se tornem os senhores da situação.
Os filhos de Oyá, na condição de amigos, revelam-se pessoas confiáveis, mas cuidado, os mais prudentes, no entanto, não ousariam confiar-lhe um segredo, pois, se mais tarde acontecer uma desavença, um filho de Oyá não pensará antes de usar tudo que lhe foi contado como arma.
O seu comportamento pode ser explosivo, como uma tempestade, ou calmo, como uma brisa de fim de tarde. Só uma coisa o tira do sério: mexer com um filho seu é o mesmo que comprar uma briga de morte: batem em qualquer um, crescem no corpo e na raiva, matam se for preciso.
Orikí de Oyá. Eèpàrìpàà! Odò ìyá!
“ORI O! ORI OYA,MO GBE DE. OYA MESAN, MESAN, MESAN.OYA ORIRI, O, O, O.OYA MESAN,A JI LODA ORISA.ORI OORI OL’ OYA,MO GBE DE.ORI MI!ORI OYA , MO GBE DE.”

Para os filhos de Oyá, viver é uma grande aventura. Enfrentar os riscos e desafios da vida são os prazeres dessas pessoas, tudo para elas é festa. Escolhem os seus caminhos mais por paixão do que por reflexão. Em vez de ficar em casa, vão à luta e conquistam o que desejam.

São pessoas atiradas, extrovertidas e directas, que jamais escondem os seus sentimentos, seja de felicidade, seja de tristeza. Entregam-se a súbitas paixões e de repente esquecem, partem para outra, e o antigo parceiro é como se nunca tivesse existido. Isso não é prova de promiscuidade, pelo contrário, são extremamente fiéis à pessoa que amam, mas só enquanto amam.

Estas pessoas tendem a ser autoritárias e possessivas; o seu génio muda repentinamente sem que ninguém esteja preparado para essas guinadas. Os relacionamentos longos só acontecem quando controlam os seus impulsos, aí, são capazes de viver para o resto da vida ao lado da mesma pessoa, que deve permitir que se tornem os senhores da situação.

Os filhos de Oyá, na condição de amigos, revelam-se pessoas confiáveis, mas cuidado, os mais prudentes, no entanto, não ousariam confiar-lhe um segredo, pois, se mais tarde acontecer uma desavença, um filho de Oyá não pensará antes de usar tudo que lhe foi contado como arma.

O seu comportamento pode ser explosivo, como uma tempestade, ou calmo, como uma brisa de fim de tarde. Só uma coisa o tira do sério: mexer com um filho seu é o mesmo que comprar uma briga de morte: batem em qualquer um, crescem no corpo e na raiva, matam se for preciso.

Orikí de Oyá. Eèpàrìpàà! Odò ìyá!

“ORI O! ORI OYA,
MO GBE DE. OYA MESAN, MESAN, MESAN.
OYA ORIRI, O, O, O.
OYA MESAN,
A JI LODA ORISA.
ORI O
ORI OL’ OYA,
MO GBE DE.
ORI MI!
ORI OYA , MO GBE DE.”

"Quando se identifica o estado mental como o fator primordial para alcançar a felicidade, naturalmente não se está negando que nossas necessidades físicas fundamentais de alimentação, vestuário e moradia não sejam satisfeitas. Entretanto, uma vez atendidas essas necessidades básicas, a mensagem é clara: não precisamos de mais, dinheiro, não precisamos de mais sucesso ou fama, não precisamos do corpo perfeito, nem mesmo do parceiro perfeito — agora mesmo, neste momento exato, dispomos da mente, que é todo o equipamento básico de que precisamos para alcançar a plena felicidade. O primeiro passo, portanto, na busca da felicidade é o aprendizado.
 
Antes de mais nada, temos de aprender como as emoções e comportamentos negativos nos são prejudiciais e como as emoções positivas são benéficas. É através desse processo de aprendizado, de análise de quais pensamentos e emoções são benéficos e quais são nocivos, que aos poucos desenvolvemos uma firme determinação de mudar, com a sensação de que agora o segredo da minha própria felicidade, do meu próprio futuro, está nas minhas mãos.”
 
Dalai Lama
Em “A Arte da Felicidade”

Beasts of the Southern Wild

Quando fecho os olhos e adormeço

Eu vejo tudo que me fez voando por ai em pedacinhos invisíveis

Quando eu olho pra valer tudo desaparece

Mas quando tudo silencia eu percebo que todos estão aqui

Percebo que eu sou um pedacinho de um grande, grande universo

E isso torna as coisas certas

 ”Meu corpo esta aqui, minha mente não esta só penso no momento em que eu possa encontrar a minha liberdade em meio a natureza, não veja a hora de poder te encontrar “

 ”Meu corpo esta aqui, minha mente não esta só penso no momento em que eu possa encontrar a minha liberdade em meio a natureza, não veja a hora de poder te encontrar “

Mobiliza o Teu Potencial

Eu vou, esquecer de tudo,

das dores do mundo

Não quero saber quem fui 

mas sei o que sou

Sucumbir

Incita-me

porém não repare se acaso eu  hesitar

É que se a dúvida já é uma constante interna

mesmo que subalterna,

qualquer razão pode vir a me iludir

Não custa tentar

quem sabe dessa vez

qualquer ideal burgues

possa vir a me encantar

Prometo não me render

e continuaremos a imaginar 

qual será a reação

da proxima vez que eu te encontrar